Inteligência artificial na avaliação formativa

Autor
SEB Education
Categoria
Tecnologia e Aprendizagem
Tempo de leitura
7 min

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Estudantes trabalhando em grupo diante de um notebook

A avaliação formativa é aquela que acontece durante a aprendizagem, e não no fim dela. Seu objetivo não é dar nota, é descobrir o que o estudante já entendeu e o que ainda precisa de outra explicação — a tempo de mudar a próxima aula.

O desafio sempre foi escala. Numa turma de trinta estudantes, acompanhar o raciocínio de cada um em cada exercício é humanamente impossível. É aí que ferramentas de inteligência artificial começam a ajudar.

O que a tecnologia faz bem

Plataformas adaptativas conseguem identificar padrões de erro: o estudante que sempre esquece de inverter a fração, o grupo que confunde causa e consequência na leitura. Em vez de uma pilha de provas para corrigir, o professor recebe um mapa da turma.

Com esse mapa, a aula seguinte pode começar pelo que realmente travou, e os grupos de reforço podem ser montados pelo tipo de dificuldade, e não pela nota final.

Estudante de óculos escrevendo concentrada no caderno

O que continua sendo do professor

Nenhum algoritmo sabe que um estudante foi mal porque dormiu pouco, ou que outro acertou tudo porque copiou. O dado aponta; quem interpreta é o professor, que conhece a turma. Por isso, nas escolas do ecossistema, a tecnologia entra como apoio à decisão pedagógica, nunca como substituta dela.

Há também o cuidado com os dados. Informações sobre o desempenho de crianças e adolescentes são sensíveis, e qualquer ferramenta adotada precisa respeitar a LGPD e as políticas de privacidade da escola.